Lua continuou falando, já incapaz de deter a corrente de emoções que encontrou uma saída.
— Quando estou com ele, às vezes me sinto irritada. Ele me provoca até eu querer bater nele. Mas também me sinto segura como nunca estive. Não é aquela segurança de estar presa dentro de uma casa ou de ter alguém decidindo tudo por mim. É diferente. Parece que eu posso experimentar, cair, errar, dizer coisas absurdas... e ele vai continuar ali, estendendo aquelas mãos enormes para me segurar, me salvar. —