Lua
As mãos pequenas e feridas arrumavam o carrinho de limpeza sem nenhuma firmeza.
O desinfetante caiu mais uma vez no chão, Lua se abaixou para pegar o frasco, notando que não era só a suas mãos que tremiam violentamente. Suas pernas também estavam na mesma situação.
Mais de uma hora se passou desde que saiu da sala daquele homem assustador, e mesmo assim, ainda sentia seu olhar intimidador e suas palavras arrogantes golpeando seu peito.
Ele achava que ela era tão insignificante que faria o q