Bernardo
Eu mordo a minha língua para não cometer uma gafe e acabar estragando os planos de Alina. Eu me aproximo dela e falo olhando nos olhos dela:
— Eu não sou obrigado a dar um apartamento para o seu filho, assim como eu não sou obrigado a dar uma conta bancária recheada para o seu filho. E eu falo seu filho porque não quer repetir o teste de DNA para confirmar se é meu ou não. Agora se você estivesse de boa vontade me oferecendo um segundo teste de DNA, quem sabe eu não daria uma cobertur