Mas não foi a sinceridade das crianças que fez o pulso de Audrey acelerar a ponto de desmaiar. Foi Alessandro. Ele levantou-se com uma lentidão deliberada. Seu olhar não era o de um marido orgulhoso, nem o de um observador casual. Era o olhar de um homem que contempla algo que lhe pertence e que deseja devorar. Seus olhos azuis percorreram cada centímetro da seda rosa, detendo-se na forma como o vestido abraçava suas novas curvas, detendo-se em seu decote e no calor de sua pele corada.
Naquele