O sol da tarde filtrava-se através das grandes janelas da mansão Di Giovanni, iluminando as partículas de pó que bailavam no ar. Quando a porta principal abriu-se, o silêncio habitual da casa foi destruído pelo som de passos precipitados sobre o mármore. Matthew e Emma, que tinham estado contando os minutos para este momento, apareceram no saguão como dois pequenos turbilhões de energia.
— Papai! — gritaram em uníssono.
Alessandro caminhava com uma lentidão inusual, apoiado firmemente no braço