Isadora nem piscou. Só puxou o gatilho.
Clang!
A primeira lata voou longe.
Antes que eu pudesse sequer processar, ouvi o estalo metálico do cano da arma sendo quebrado por ela para recarregar com uma agilidade que não condizia em nada com o body preto chique que ela estava usando.
Clang! Clang! Clang!
As latas foram caindo uma a uma, de cima a baixo, na ordem exata em que estavam posicionadas na prateleira da barraca.
Ela se movia com uma precisão cirúrgica, fria, sem desviar os olhos do alvo p