Assim que abri a porta do velho casarão da fazenda, o cheiro de comida caseira vindo da cozinha me acertou em cheio.
Meu estômago deu um ronco violento, me lembrando que eu não tinha conseguido engolir nem um gole de café da manhã por causa daquela tampinha invocada da Isadora.
O ronco só não foi audível porque meu pai e o Túlio estavam em uma conversa animada na sala de estar que dava pra ouvir da porta de entrada.
E, como sempre, o assunto girava em torno dos números da propriedade.
Túlio, co