Olhei de novo para a Celina, tentando disfarçar o desespero que batia na minha porta.
— Faz o que for possível por eles agora, Celina. Por favor. Eu... vou dar um jeito. Vou pensar em uma solução.
— Pode deixar, amiga. Vou pegar os medicamentos na caminhonete e começar os acessos neles hoje mesmo — Celina confortou, me dando um aperto carinhoso no ombro limpo de graxa. Em seguida, ela se virou para o caubói e estalou os dedos: — Vem comigo, Shrek.
Daniel apontou para o próprio peito, com as sob