— Caramba! Achei que você tivesse morrido — ouço a voz irritada da Marina assim que atendo o telefone — Por que você não trabalha mais na sua empresa?
— Oi, primeiro, né! — Digo e ouço-a bufar do outro lado. — Isso é uma longa história, Marina, muito longa para falar a verdade — suspiro. — Você está trabalhando agora? Podemos nos encontrar e conversar pessoalmente. Eu preciso mesmo falar com alguém — digo, jogando-me na cama.
— Claro que podemos, eu também estou precisando falar contigo sobr