Capítulo 18 – Seja lá o que temos.
Evelyn
Assim que acordamos, a enfermeira trouxe o café da manhã. E, claro, o humor de Alexander estava péssimo! Ele odiava ser ajudado, mas, com as mãos machucadas e um dos braços engessados, não tinha escolha.
— Onde está Benjamin? — Sua voz era autoritária, e a irritação evidente em cada sílaba.
— Juro por Deus, Alexander, se me perguntar isso mais uma vez...
Antes que eu concluísse a frase, a porta se abriu. Lá estava minha tábua de salvação.
— Boa tarde. — Ben disse com um sorriso, que morr