Kayla
O ar dentro do carro de Carlos parecia denso, quase sufocante. Apenas alguns minutos antes, eu estava segurando a mão de Apolo, tentando ser o porto seguro dele no momento mais sombrio de sua vida. O calor do abraço dele, o peso devastador do luto do senhor Alfredo e a atmosfera carregada de dor daquela mansão ainda reverberavam em cada fibra do meu corpo.
E agora, ali estava eu, sentada no banco do passageiro de um carro em alta velocidade, vendo as luzes da cidade passarem como um