Acordei sobressaltada no meio da madrugada com o toque estridente e insistente do meu celular sobre a mesa de cabeceira. O visor iluminava o quarto escuro, e o relógio digital marcava pouco mais de três da manhã.
Sentei-me na cama com o coração esmurrando o peito, a respiração presa na garganta. Meu primeiro pensamento, tomado por uma onda desmesurada de pavor, foi tentar adivinhar quem estaria me ligando àquela hora da noite.
Com as mãos trêmulas, deslizei o dedo pela tela e atendi sem s