Susana Almeida não era tola, naturalmente iria se defender. Ela me empurrou, levantou a mão para puxar meu cabelo, mas como fiquei hospitalizada por alguns dias e não lavei meu cabelo, arrumei meu cabelo em tranças e ela nem as pegou.
Mas para brigar como podia não ter nenhuma ferida? Suas unhas compridas rasparam minha cara e, com uma dor aguda, percebi que devia ter ferimentos.
E então eu estava cheia de vigor para lutar com ela - minha guerra com ela não precisava ser gradual, nem preciso faz