Sara
— Acho que sim... acho melhor assim... — Tento me soltar de seus braços, com alguma dificuldade, ele apoia os braços no batente, respiração pesada... — Melhor... Eu... Entrar... — Desesperada, sem saber o que fazer.
— Tchau, bom descanso e obrigada! — Entro e bato a porta. Sinto que Paul permanece lá. Me encosto na porta e vou escorregando até me sentar no chão. Que porra foi essa? Penso. Que calor, preciso de um banho bem gelado.
Fico com os cotovelos apoiados no joelho e a cabeça nas m