Eu sou a empregada e o senhor é o patrão.
—É para isso que te trouxe aqui, bambina(criança) —digo com um sorriso torto, jogando todo o meu charme e observo com prazer como ela engole em seco enquanto olha para mim. —Que hora costuma jantar?
—Umas seis e meia, sete horas. —ela diz num sussurro, a voz fraca.
Sorrio para ela:
—Nos encontramos na cozinha sete horas. Vou descansar agora. Sinta-se à vontade. Caso deseje fazer um café à tarde, tem pães e bolacha na dispensa. Frios na geladeira.
—Obrigada senhor Nicolo.
—André —digo calmamente