Quando Mariana chegou, ela se mostrou amigável comigo.
Ao menos dentro de casa.
Ela timidamente me seguia, sorrindo enquanto me chamava de "irmã".
Isso até perceber que nosso pai me ignorava e meu irmão era cruel comigo.
Foi então que ela também começou a me tratar mal.
Foi quando percebi que Mariana realmente não gostava de sorrir.
Ela me encurralou certa vez no banheiro da escola, permitindo que outras meninas puxassem meu cabelo e me jogassem ao chão.
Os golpes eram desferidos onde as