Quando despertei, me deparei deitada em uma cama de hospital, com duas figuras que, à primeira vista, supus serem os pais de Theo, o que me levou a gritar desesperada:
—Me soltem, me soltem!
Logo, uma voz familiar ecoou em meus ouvidos:
— Aria, você finalmente acordou!
Ao reconhecer o tom carregado de carinho, percebi que era minha mãe, acompanhada de meu padrasto.
— Mamãe... — Murmurei com voz fraca, enquanto ela se inclinava para acariciar meu rosto, já marcado por olhos vermelhos e inchados.