Ali, parada na entrada do salão, estava a Nayla.
Ela estava deslumbrante em um vestido preto que moldava o corpo dela com uma perfeição dolorosa, atraindo os olhares de metade dos homens daquele ambiente.
Os seios marcados pelo decote exagerado que me fez ferver por completo.
Ela parecia completamente calma, confiante, a personificação da mulher que comandava aquela logística inteira, mas nem de longe parecia a noiva grávida que eu tinha deixado descansando na cama do hotel.
Um rosnad