Delirei com aquela visão.
Estocava com gosto, jogando a cabeça para trás e rosnando feito um animal que finalmente encontrou o paraíso.
Estava possuído.
Gozei de novo, a força do orgasmo me deixando trêmulo, mas a sede de corrompê-la ainda gritava.
Arranquei a porcaria da borracha e a puxei pelos cabelos, trazendo ela para perto de mim.
— Vem cá!
ordenei, minha voz uma lixa.
— Anda... me mostra o que essa sua boquinha sabe fazer.
Ela se ajoelhou e me tomou.
Fechei os olhos,