Ele nunca tinha me visto perder o controle assim por algo que não fosse o trabalho.
— O que está acontecendo, Nayla?
ele se aproximou, a voz baixa,
predatória.
— Ei! Olha pra mim.
— Não!
recuei, mas ele foi mais rápido, me pressionando contra a porta fechada, cercando meu corpo com o dele.
— Me diga o que é. Agora.
Não sei o que pensar, não sei como agir. Me sinto perdida.
Minha vontade era ter voado no hector, ter batido tanto ele, perguntar como ele pode ser tão sujo com