CAPÍTULO 123

NAYLA:

Tranquei a porta do banheiro do meu novo quarto e me encostei contra a madeira fria, deixando o ar escapar dos meus pulmões.

O som do coração do meu filho ainda ecoava na minha mente, mas a sensação do gel da ultrassonografia na minha pele já havia secado.

Eu tinha um menino no ventre.

Caminhei até a bancada de mármore e olhei para o espelho.

Meu rosto estava pálido, as olheiras profundas denunciando a noite em claro, meus cabelos estavam horríveis.

Volumosos, secos. Est
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