Hanna Cooper.
Uma pessoa normal abriria um sorriso e, rapidamente, atenderia o telefona de sua mãe, e não a ignoraria dez vezes seguidas. Uma pessoa normal adoraria falar com sua mãe, colocar os papos em dias, tagarelar sobre sua própria vida, contando os seus segredes e ouvindo os dela.
Mas não eu.
Talvez, eu não seja uma pessoa normal então, porque eu, mais uma vez, estou desviando a chamada em meu celular, com o nome daquela mulher piscando na tela.
Ela nunca quis me procurar, falar comigo,