126. Flagrado
SCOTT
— Me fode.
O sussurro ofegante dela fez um calafrio de prazer correr pela minha espinha. Ela nem sequer tinha me tocado ainda, e meu sangue já estava rugindo.
— Eu vou, gata. Eu vou. — murmurei, prensando-a com mais força contra a parede, garantindo que ela sentisse cada centímetro do quão duro eu estava por ela.
Ela colou os lábios nos meus, segurando meu rosto com as duas mãos. O beijo foi desesperado, quente — a promessa de uma boa fodida.
— Para! — ela disse, sem fôlego, empurrando-me