Chorei silenciosamente, com as mãos tapando a boca para abafar qualquer som que pudesse me trair.
Chorei pela confirmação devastadora do que sempre soube — que Sebastian nunca seria meu de verdade.
Chorei pela dor de vê-lo com outra pessoa, especialmente com alguém que o conhecia de uma forma que eu nunca conheceria.
Mas principalmente chorei pela morte daquela pequena, frágil esperança que havia crescido no meu peito depois da conversa no estúdio fotográfico.
Sebastian havia dito que algo muda