Júlia olhava para a enfermeira colocar o torniquete em seu braço, higienizar o local e preparar o acesso.
Seu coração estava acelerado, mas ela não pensava em desistir. Não que considerasse o bebê em seu ventre menos importante, mas não podia viver com a culpa de ter deixado Dália aleijada; depois, faria de tudo para se estabilizar e cuidar de seu bebê. Não podia perder nenhum dos dois, como já tinha perdido sua filha.
A enfermeira voltou a se aproximar, pronta para inserir o acesso em sua vei