— Não. — Eu rosnava. — Você não foge disso. Foi isso que você pediu. Implorou por isso quando abriu essas coxas lindas pra mim. Quando me olhou com porra no queixo, lágrima nos cílios, e disse que era minha.
Cerrei os dentes.
Empurrei mais fundo.
Mais forte.
— Não adianta bancar a inocente agora. — Sibilei. — Não depois de eu ter invadido sua garganta. Não depois de eu ter pintado sua intimidade duas vezes e visto escorrer de volta enquanto você choramingava, implorando por mais.
Ela soluçava de