— Não... Susana não pode ter feito isso comigo. — Nathan balbuciou, se recusando a aceitar aquela realidade.
Susana sempre era tão doce e gentil... Como poderia agir com tamanha crueldade?
Seu coração apertou ao relembrar o documento que ela lhe havia dado para assinar na manhã anterior. O que, diabos, ele havia assinado sem sequer ler?
Com as mãos trêmulas, ele ligou para a médica de Susana.
— O senhor não estava ciente? Sua esposa veio sozinha ontem pela manhã para realizar o aborto. — Revelo