A floresta parecia conspirar contra Lis e Matthew. Cada folha que balançava no alto das árvores parecia sussurrar segredos, e o som de passos apressados fazia os dois viajantes apertarem o passo. O ar carregava um cheiro estranho, uma mistura de madeira queimada e ervas trituradas. Lis franziu o cenho, reconhecendo o odor familiar.
— É magia — ela murmurou, a voz baixa, mas carregada de urgência. — E não do tipo amigável.
Matthew olhou para ela rapidamente. Seus olhos dourados cintilavam à luz