Nada ali havia sido tocado recentemente. Ao fechar suavemente a porta atrás de mim, percebi que o único som que podia distinguir era o tique-taque constante de um relógio vindo de algum canto da sala.
Não havia sinal de Samuel, mas enquanto passava os dedos pelas encadernações ásperas de couro, limpando a poeira dos dedos, eu sabia que ele estava ali.
Podia o senti em tudo; reconhecer aquele aroma familiar que me deixava louca (embora desta vez trouxesse um tom metálico de sangue). Por isso, mal