POV Magnus
O vinho escorria do cálice como sangue.
Estava escuro. Sempre escuro. O quarto onde eu a devorava com os olhos... com os dentes... com os punhos cravados no colchão que ainda tinha o cheiro dela.
Liah.
Minha maldição.
Minha rainha.
Minha perdição.
A bebida já não queimava na garganta. Estava entorpecido demais para sentir qualquer coisa que não fosse o peso do nome dela cravado no meu peito como uma adaga.
Rhaziel a tocava.
E ela sorria.
Não com paixão. Mas com aceitação.