Atravessamos as ruas de Nova York em um ritmo ágil, acompanhando o fluxo apressado de trabalhadores que se espalham pelas calçadas como um verdadeiro formigueiro humano. O burburinho incessante da cidade se mistura ao som de buzinas e conversas apressadas, mas Gabriel caminha ao meu lado como se estivesse imune ao caos ao redor.
Ao chegarmos ao restaurante, ele segura a porta de vidro aberta para mim, um gesto que, vindo dele, parece tão natural quanto inesperado. Apesar de tudo que podemos di