Quando o Jake desliga o motor em frente à minha casa, meu choro já diminuiu bastante, mas alguns soluços ainda escapam, teimosos. Sinto os olhos pesados, a garganta arranhando. Uma dor surda ainda pulsa no peito, mas pelo menos agora... eu consigo respirar.
— Venha tomar alguma coisa. — ofereço, a voz baixa, mas firme.
— Tem certeza? Você precisa descansar...
— Seu chefe pode até te tratar como um simples motorista, mas não é o meu caso. Você não é meu funcionário.
Jake hesita por um segundo, a