Cap. 145
Cap. 145
— Aguenta, Luma... por favor... — a voz dela saiu trêmula, quase um soluço.
Estendeu a mão, tocando o ferro frio.
No instante em que seus dedos encostaram o metal, o mundo pareceu tremer.
As runas pulsaram, tentando reagir à energia que emanava dela — mas não resistiram.
O ferro chiou, como se estivesse sendo corroído de dentro pra fora.
As marcas sagradas se quebraram uma a uma, derretendo sob a luz que fluía da palma de Maya.
Ela recuou, ofegante, olhando para as próprias mãos.
Elas