Thea seguiu seus sentidos até encontrar um homem arrastando e batendo no que parecia ser uma menina de oito anos.
Thea não diminuiu o ritmo. Ela pulou e atacou o homem, prendendo sua mandíbula em volta do pescoço dele antes que ele a notasse. Alcançou o cérebro do homem e sincronizou suas ondas cerebrais com a frequência do sono. Ele desmaiou no chão sob Thea, e ela soltou seu pescoço. Usou seu focinho para cutucar a menina e mandou ela correr.
Depois Thea disparou em direção a onde sentia as ou