O espaço voltou ao “normal”.
Ou, pelo menos…
o mais próximo de normal que aquele lugar permitia.
A presença havia recuado.
As ondulações desapareceram.
E o caminho, sólido sob os pés deles, permanecia estável.
Mas ninguém acreditava que aquilo significava segurança.
Aeren soltou o ar devagar.
— Tá…
— então agora a gente já sabe que tem… coisas…
Ele fez um gesto vago com a mão.
— olhando, aprendendo e talvez evoluindo com a gente.
Kael respondeu, direto:
— Sim.
Aeren ficou alguns segundos em sil