Lorenzo,
O som dos tiros ecoou no café, e em questão de segundos, o caos tomou conta do lugar. Meus homens seguiram minhas ordens sem hesitar, e os capangas de Nico caíram um a um. Tudo aconteceu rápido demais, mas eu não me importava com a carnificina ao meu redor. Eu só tinha uma coisa em mente: fazer Nico pagar.
— Levem-no para o galpão — ordenei, com a voz dura e sem emoção. Minha raiva ainda queimava, mas agora misturada com algo que eu não conseguia entender completamente. Eu estava prest