DAVINA
O escritório de Vincent tinha o cheiro de couro e madeira polida, e o único som ali dentro era o suave deslizar das páginas sendo viradas. Eu deveria estar prestando atenção em qualquer outra coisa, na decoração austera, no peso do silêncio ou até mesmo no fato de que eu não deveria estar aqui, sentada com dois homens que me desarmam de formas completamente diferentes. Mas não. Meu olhar continua vagando, perdido, entre Vincent e Gutemberg.
Vincent lia com uma postura impecável, os cotov