Saltei do carro e agradeci ao meu motorista, como sempre.
Era meio da madrugada, e eu sabia que ele estava cansado.
Poderia ter pegado um táxi, sem problemas, mas era uma exigência
da equipe de segurança que eu desse sempre preferência por estar
em veículos blindados, com alguém de confiança no volante.
Esse era o preço de ser quem eu era. Quando me tornasse
presidente, as coisas seriam piores.
Ainda assim, eu poderia ter seguido normalmente o protocolo
e retornado para Nova Iorque só na manhã