Eliz
Pude observar as emoções passando pela máscara que, até então, era fria.
Incrédulidade.
Incerteza.
Decepção.
Raiva.
— Você tem certeza disso, Eliz?
Ele se levantou; os punhos cerrados, os nós dos dedos brancos.
— Tenho, sim. Para ela fazer isso, teve algum motivo — falei com a firmeza de quem conviveu com muitas lobas intimidadas. — Só um cego não perceberia que ela ainda te ama.
Arqueei uma sobrancelha.
— Ela é uma fada de fogo; poucas coisas a atingiriam. — Os olhos de