Eliz
— Você é minha. — ele rosna. — Qualquer um que ousar tocar no que é meu morre, Eliz. Fui claro?
Ele tentava impor sua aura dominante, mas não funcionava. Ainda não havia vínculo entre nós — nem com ele, nem com sua matilha. O que tínhamos era apenas papel, um documento frio, nada além.
— Sim, Supremo. — coloquei minha máscara de Luna, aquela que minha mãe e a dele me ensinaram a usar. A máscara que oculta emoções, que me transforma na boneca perfeita para qualquer macho. Endireitei a colun