Eliz
Eu estava furiosa quando senti suas mãos subirem lentamente, colocando novamente minha lingerie por dentro da minha roupa. Segurou minha cintura e me virou bruscamente; um susto fez minha respiração falhar. Os olhos dele cravaram-se nos meus, ardendo de raiva.
—Assim também não quero, porra! — rosnou ele. — Não preciso forçá-la; tenho várias dispostas quando eu quiser.
Um sorriso cruel apertou os lábios dele.
—Eu vou esperar, Eliz, até que me queira. Nesse dia você vai implorar pelo