Eliz
— Isso depende de você!
Ele se jogou na poltrona. Duas empregadas entraram e se aproximaram para me despir. Segurei firme minha roupa.
Ele se levantou, e o som do tecido rasgando cortou o ar. Voltou a se sentar, frio. Cruzei os braços sobre meus seios.
— Não se cubra na minha presença. Nunca mais. Eu sou seu macho. Você, minha fêmea.
Retirei os braços, com raiva do seu tom.
As empregadas subiram o vestido em mim, rápido, e ele só teve um vislumbre fugaz dos meus seios.
— Saia