Vanessa Bragança
Levantei-me dolorida, me arrumei e bati à porta do quarto do meu pai.
— Vanessa, entra, princesa. Acharam mais alguma câmera? — ele perguntou.
— Não. É sobre outra coisa.
— Acharam quem matou sua mãe? — o rosto dele ficou alarmado; a morte da minha mãe é seu ponto fraco.
— Ainda não. É sobre mim — disse eu — sobre o dono da empresa de segurança.
Ele se sentou na beira da cama.
— O que? Você dormiu com ele?
Abri os olhos e o sono sumiu, tomado pela surpresa.
— S