Aline, com os dedos tremendo, tocou os botões de sua camisa, desabotoando um por um até revelar as curvas sedutoras de seu peito.
Até que a camisa branca caiu no chão.
De sutiã, ela abraçava seus próprios braços, cobrindo o peito, como se estivesse transparente diante de Mateus, sem nenhuma dignidade.
Com a voz embargada, Aline perguntou:
- Tenho que tirar mais?
Ela olhou para o homem imponente, com seus olhos úmidos cheios de um apelo desamparado.
De repente, ela sentiu uma dor no braço.