BRYAN NARRANDO
Quando a Maitê apertou a minha mão e olhou em meus olhos, vi dentro dela algo que existe dentro de mim. Não sei explicar o que é além da mágoa e do ressentimento.
Ela pediu licença e falou que estava com dor de cabeça. Quando ela saiu do escritório, soltei o ar que estava preso nos pulmões, sentindo ainda o seu perfume que ficou impregnado por todo o escritório, um perfume doce e suave.
Liguei o computador e a primeira tela que abriu foram as gravações da câmera do quarto da Mia