LÚCIA
Que vergonha, da vergonha dos outros.
Regina, perdeu toda a razão, onde já se viu, alisar uma criança de quatorze anos.
Ficou a imaginar, que o falecido, passou muita coisa ruim nas mãos dessa mãe dele.
Nunca que irei deixar ela perto dos meus filhos.
Deixamos ela nos quartinhos, e voltamos para casa, onde dormimos tranquilos, pois não estamos a dever nada.
De manhã, antes das seis horas, já estávamos prontos para ir até a mangueira.
Chegando lá, já escutamos a voz enjoada de Regina, que