Gustavo Henri
Já passava da meia-noite quando estacionei o carro na garagem da mansão. Algumas luzes da casa estavam desligadas e eu entrei em silêncio, tentando ao máximo não fazer barulho para que, eventualmente, não encontrasse a Kara.
Eu parecia um idiota me escondendo da mulher que eu amava. Mas a culpa me corroía. Eu não pretendia me apaixonar depois do que a Bruna havia feito a mim, muito menos me declarar e levar um fora.
Meu peito ardia quando eu pensava que Kara não me amava como