Mundo de ficçãoIniciar sessãoO comandante sabia que não podia mentir, que não tinha como mentir e que não conseguiria mesmo se quisesse. Conhecia aquela proibição tão bem que só de ouvir as primeira sílabas a reconheceria, mesmos se fosse apenas um sussurro distante. Ele pensou, não podia dizer a verdade, ao menos não toda ela. Os olhos castanhos escuros do comandante se prenderam ao brilho do certo real, da pedra lapidada, que emitia um pulsar constante que o mantinha sobre controle e idôneo a qualquer inverdade. Mas um







