Emanuele
Dirijo até a casa dos meus pais, já não há muito o que fazer e não dá mais para fugir. Em algum momento terei que encará-los, já estou na chuva, por que não me molhar de uma vez?
Estaciono e caminho devagar para a casa da minha mãe. Bato à porta e é meu pai quem abre. Nos encaramos por alguns segundos, e ele me puxa para um longo abraço emocionado.
— Ah, querida. Sentimos muito. Venha, entre. Sua mãe vai gostar de lhe ver.
Enxugo os olhos, para variar.
Entramos, minha mãe está na c