Eduardo deveria realmente refletir sobre si mesmo.
- Pense bem nisso. - A voz de Priscila era calma, ou melhor, indiferente.
Priscila sempre foi indiferente com Eduardo.
Ela foi abrir a porta do carro novamente, dizendo:
- Por favor, abra a porta, vou descer!
Priscila soltou um grito agudo.
Ela sentiu uma dor súbita no braço.
Eduardo a puxou bruscamente, e no momento seguinte, ela se chocou contra um peito forte e rígido.
Priscila sentiu muita dor.
Priscila ainda não tinha conseguido se libertar